SITE DE COMPRAS

Loading...

domingo, 28 de novembro de 2010

Agradecimento Especial

        

   NESSE MOMENTO,AGRADEÇO AO  GRANDE
DEUS POR SUAS MARAVILHAS,BENÇÃOS E AMOR PELOS
SEUS FILHINHOS,QUE MESMO SENDO FALHOS E PECADORES ELE,O MEU PAI,
MIM SUSTENTA CADA DIA COM SUA FORTE MÃO.


 ELE NOS MOSTRA A FELICIDADE EM SIMPLES MOMENTOS ONDE NOTAMOS SUAS MÃOS A NOS PROTEGER,OBSERVAMOS SEU OLHAR SOBRE NOSSAS VIDAS COMO
UM ANJO GUIANDO CADA PASSO.


ESSE É O MEU DEUS,NUNCA FALHA,NAO MIM DESAMPARA EM MOMENTOD DE DIFICULDADES,TE AMO SENHORRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRR


sábado, 16 de outubro de 2010

Luz e Trevas

Leitura: João 12:34-41

Vídeo: http://www.youtube.com/watch?v=_iqwXQ0SKeU


Os judeus, familiarizados com as Escrituras, estão intrigados com as declarações de Jesus. Eles sabem que o Filho do Homem permanecerá para sempre. Então quem é esse Filho do Homem que Jesus insiste em dizer que será levantado para morrer?

No capítulo 7 de seu livro, Daniel fala do Filho do Homem que viria do céu para ter um domínio eterno sobre todos os povos. Esse Filho do Homem é Jesus, o Cristo ou Messias, que apesar de assumir a condição humana, não nasceu neste mundo como um ser humano comum. Ele veio em carne, porque já existia antes de vir.

Nos evangelhos Jesus usa a mesma expressão "EU SOU" que Deus usou ao se apresentar a Moisés. A expressão significa aquele que tem em si mesmo a existência, independente das coisas criadas. Em Apocalipse, Jesus se apresenta como o "Alfa e o Ômega", primeira e última letra do alfabeto grego, e também como "aquele que é, que era, e que há de vir, o Todo Poderoso", títulos que obviamente só cabem a Deus.

O profeta Isaías previu que o Messias nasceria de uma virgem e seria chamado de Emanuel, que significa "Deus conosco". É assim que Jesus é chamado no primeiro capítulo do evangelho de Mateus. Juntando tudo você entenderá por que João, em suas epístolas, refere-se a Jesus, não como aquele que nasceu, mas como o que veio em carne. Diferente de apenas nascer, a expressão "vir em carne" denota pré-existência.

Em sua primeira epístola, João alerta que "todo espírito que não confessa que Jesus Cristo veio em carne não é de Deus; mas este é o espírito do anticristo". Hoje somos constantemente bombardeados por livros, filmes e programas de TV promovendo a espiritualidade e a comunicação com os espíritos. O que dizem esses "espíritos"? Que Jesus é um espírito elevado, evoluído, reencarnado etc.

Porém, o apóstolo João termina sua primeira epístola dizendo a respeito de Jesus: "Este é o verdadeiro Deus e a vida eterna". De que mais você precisa para renegar como satânica toda doutrina ou filosofia que negue a divindade de Jesus? Ainda que ela venha até você com o nome de evangelho, Paulo nos alerta em sua carta aos Gálatas com todas as letras: "Ainda que nós ou um anjo do céu pregue um evangelho diferente daquele que lhes pregamos, que seja amaldiçoado!".

Em João 12:35, Jesus alerta os judeus que a luz estará entre eles só por um momento. Se não receberem a Jesus tal qual ele é - Deus e Homem - só lhes restam trevas. Após avisá-los, Jesus se esconde deles. A pior coisa que pode acontecer a alguém é não ser mais capaz de encontrar a luz, após ter sido exposto ela. Para estes vale o que Isaías disse: "Cegou os seus olhos e endureceu os seus corações, para que não vejam com os olhos nem entendam com o coração, nem se convertam, e eu os cure".


O evangelho

Leitura: João 12:42-43

Vídeo: http://www.youtube.com/watch?v=cLGuo-zFfCo




Qualquer que seja a razão de irmos ou não a Jesus, ela será egoísta. Vamos a ele por estarmos doentes, necessitados ou perdidos, e o evitamos por medo de perder família, amigos ou posição na sociedade. É o caso deste capítulo 12, que diz que "muitos dos principais creram nele, mas não o confessavam por causa dos fariseus, para não serem expulsos da sinagoga. Porque amavam mais a glória dos homens do que a glória de Deus". Hoje diríamos que ficaram em cima do muro.

Em sua salvação não há nada de que você possa se gloriar. Ela vem de Deus, não de você. "Não vem das obras, para que ninguém se glorie; porque somos feitura sua [de Deus], criados em Cristo Jesus para as boas obras, as quais Deus preparou para que andássemos nelas". Isso não agrada o ser humano, que adora ser bajulado pelos seus feitos. Para não perderem as regalias que têm em sua religião, alguns judeus aqui creem em Jesus, porém não o confessam como Senhor e Salvador.

Todavia, a Palavra de Deus é bem clara ao afirmar, na carta aos Romanos, que "se com a tua boca confessares ao Senhor Jesus, e em teu coração creres que Deus o ressuscitou dentre os mortos, serás salvo. Visto que com o coração se crê para a justiça, e com a boca se faz confissão para a salvação" Rm 10:9-11.

Este capítulo fala dos que não confessavam publicamente sua fé em Jesus por medo de perderem sua posição no arraial da sociedade e religião. Você acha que isso mudou com a Igreja? Os cristãos são feitos da mesma carne que eles, portanto era de se esperar que dessem um jeitinho para que a fé do coração e a confissão da boca pudessem ser exercitadas, sem, contudo, perderem o gostinho da bajulação humana.

Por isso você encontra hoje muitos grupos de cristãos que criaram seus próprios meios de garantir um recheio para o ego. Primeiro, os dons como evangelista, pastor e mestre - que não são a mesma coisa que talentos como a habilidade de cantar, falar ou escrever - viraram títulos honoríficos como os que usamos para autoridades civis e militares.

Depois foram criados cargos eclesiásticos como diretor disso e presidente daquilo. Até mesmo títulos como "Reverendo", que a Bíblia só usa para Deus, passaram a ser usados por homens comuns e foram criados cursos de teologia que concedem títulos honrosos como "Doutor em Divindade". O ego adora essas coisas.

Não se engane: Jesus não teve qualquer honraria no arraial do judaísmo. Ele só experimentou desonra, vergonha e desprezo. Hoje existe igualmente uma espécie de "arraial da cristandade", e a admoestação de Hebreus 13 vale para nós também: "Saiamos até ele [Jesus], fora do arraial, suportando a desonra que ele suportou".

O Poder de Deus para Salvar

(Romanos 1:14-17)
O dilema do homem é inegável: o pecado levantou uma barreira intransponível impedindo o acesso até Deus (Romanos 3:23; 6:23). Entretanto Deus está querendo ajudar, oferecendo resposta para os apelos desesperados dos homens (Romanos 7:24; Atos 17:27).
O livro de Romanos claramente nos mostra a necessidade de aceitar e obedecer o evangelho para se livrar do pecado e restaurar a comunhão com Deus. O evangelho é realmente o poder de Deus para nossa salvação (Romanos 1:16).
A Única Cláusula de Deus (Romanos 1:16)

A revelação do plano eterno de Deus para a salvação do homem atingiu seu ponto culminante no sacrifício de Jesus Cristo, e seu benefício na revelação do evangelho. Simplesmente não existe possibilidade de salvação sem Cristo (Atos 4:10-12). A morte de Cristo é essencial para a nossa salvação (Mateus 26:28). O evangelho é importante porque mostra como podemos ser salvos pela morte de Jesus. Nós podemos compartilhar da promessa em Cristo somente através do evangelho (Efésios 3:6).
Não existe nenhum relato bíblico de nenhuma pessoa sendo salva através de outro meio. Nós somos salvos quando ouvimos, cremos e obedecemos o evangelho (Romanos 10:8-17). Deus nos oferece uma saída para o dilema do pecado através do evangelho, o qual "se manifestou agora . . . para obediência da fé" (Romanos 16:25-26). Se rejeitarmos esta saída, não existirá outro caminho para a salvação.
A Única Incumbência de Paulo (Romanos 1:14-16)

Paulo, quem de perseguidor tornou-se pregador, mostra sua firme convicção de necessidade da obediência ao evangelho. Na introdução na sua carta aos Romanos ele nos dá uma das mais claras e estimulantes afirmações sobre a importância das boas novas de Jesus Cristo. Paulo disse:
Œ Eu sou devedor (1:14). Ele devia a mensagem salvadora para os outros, mesmo os desprezados gentios, porque era a única chance deles para a salvação.
 Estou pronto (1:15). O entendimento de Paulo sobre o valor do evangelho era motivo suficiente para levá-lo a Roma para pregar o evangelho.
Ž Não me envergonho (1:16). A mensagem simples do evangelho pode ter sido ironizada pelos arrogantes, mas Paulo não se envergonhou, reconhecendo o poder da palavra (veja 1 Coríntios 1:18-31).
Nosso Único Guia (Romanos 1:17)

Os homens podem ser justificados diante de Deus somente quando eles demonstrarem fé - resposta adequada para a sua palavra. Paulo cita Habacuque 2:4 que nos mostra uma clara distinção entre o orgulhoso que segue seu próprio caminho, e o justo que manifesta sua própria dependência em Deus. Nós devemos ter a humildade e nos submeter a Deus e seguir unicamente a sua palavra.
A palavra de Deus fornece a direção completa que nós precisamos (Jeremias 10:23-24). As Escrituras fornecem tudo o que nós precisamos para estarmos equipados para servir a Deus (2 Timóteo 3:16-17). Deus nos tem dado todas as coisas que conduzem à vida e à santidade, nos capacitando a nos desfazer da natureza humana e ser participantes da natureza Divina (2 Pedro 1:3-4). Nós devemos ignorar as tradições, doutrinas e opiniões dos homens e aceitar a mensagem salvadora do evangelho (1 Coríntios 4:6). Somente assim, nós teremos a verdadeira comunhão com Deus (2 João 9).
Durante os séculos que se passaram, a partir dos escritos de Paulo, os homens têm tentado "melhorar" o poder de Deus para a salvação. Eles tentaram suplementar, abreviar, reduzir e alargar, mas foram incapazes de produzir qualquer outro caminho para escalar a barreira do pecado. Deus revelou. Paulo proclamou. Nós devemos obedecer. As boas novas de Jesus Cristo são a única avenida pela qual nós podemos ser redimidos da terrível conseqüência do pecado!
-por Dennis Allan

sexta-feira, 1 de outubro de 2010

A VIDA DE JESUS CRISTO


Segundo o Novo Testamento, Jesus nasceu em Belém, uma cidadezinha localizada oito quilômetros ao sul de Jerusalém, filho do carpinteiro José e de uma jovem chamada Maria, que o concebeu sem macular sua virgindade. Os evangelhos de Lucas e Mateus afirmam que Jesus nasceu "perto do fim do reino de Herodes". O texto de Lucas afirma que a anunciação aconteceu em Nazaré, onde José e Maria viviam, mas eles foram obrigados a viajar até Belém pelo censo "ordenado quando Quirino era governador da Síria".
Hoje, o que se sabe de concreto sobre Jesus é que ele nasceu na Palestina, provavelmente no ano 6 a.C., ao final do reinado de Herodes Antibas (que acabou em 4 a.C.). A diferença entre o nascimento real de Jesus e o ano zero do calendário cristão se deve a um erro de cálculo. No século VI, quando a Igreja resolveu reformular o calendário, o monge incumbido de fazer os cálculos cometeu um erro. Além disso, é praticamente certo que Jesus nasceu em Nazaré e não em Belém. A explicação que o texto de Lucas dá para a viagem de Jesus até Belém seria falsa. Os registros romanos mostram que Quirino (aquele que teria feito o censo que obrigou a viagem a Belém) só assumiu no ano 6 d.C. - 12 anos depois do ano de nascimento de Jesus. A história da viagem a Belém foi criada porque a tradição judaica considerava essa cidade o berço do rei David - e o messias deveria ser da linhagem do primeiro rei dos judeus.
A concepção imaculada de Maria é um dos dogmas mais rígidos da Igreja, mas nem sempre foi um consenso entre os cristãos. Alguns textos apócrifos dos séculos II e III sugerem que Jesus é fruto de uma relação de Maria com um soldado romano. A menina Maria teria 12 anos quando concebeu Jesus. Na rígida tradição judaica, uma mulher que engravidasse assim poderia ser condenada à morte por apedrejamento. O velho carpinteiro José, provavelmente querendo poupar a menina, casou-se com ela e escondeu sua gravidez até o nascimento do bebê. A data de 25 de dezembro não está na Bíblia. É uma criação também do século VI, quando o calendário foi alterado.
A Bíblia afirma que Jesus teve duas irmãs e quatro irmãos: Tiago, Judas, José e Simão. Mas não se sabe se esses eram filhos de Maria ou de um primeiro casamento de José. Muitos teólogos afirmam que eles eram, na verdade, primos de Jesus - em aramaico, irmão e primo são a mesma palavra. A Bíblia não fala quase nada sobre a infância e a adolescência de Jesus, com exceção de uma passagem em que, aos 12 anos, numa visita ao Templo de Jerusalém durante a Páscoa, seus pais o encontram discutindo teologia com os sábios nas escadarias do templo do monte. É quase certo, porém, que ele cresceu em Nazaré.
Jesus falava certamente o aramaico, a língua corrente da Palestina e, provavelmente, entendia o hebreu por ter tomado lições na sinagoga e por ler a Torá. Os evangelhos apócrifos o pintam como um menino Jesus travesso, capaz de dar vida a figuras de barro para impressionar os colegas e até mesmo a fulminar um menino que esbarrou em seu ombro, para ressuscitá-lo logo em seguida, depois de tomar uma bronca do pai.
Certamente José procurou iniciá-lo na arte da carpintaria e é provável que Jesus tenha trabalhado como carpinteiro durante um bom tempo. Oportunidade não lhe faltou. Escavações recentes revelaram que ao mesmo tempo em que Jesus crescia em Nazaré, bem próximo era construída a monumental cidade de Séfores, idealizada por Herodes Antibas para ser a capital da Galiléia. Séfores estava a uma hora a pé de Nazaré e é muito provável que José e Jesus tenham trabalhado ali. Em Séfores Jesus teria visto a passagem da família real de Herodes Antibas e a opulência das famílias de sacerdotes do Templo de Jerusalém. O fato de Jesus ter passado boa parte da sua vida ao lado de Séfores indicaria que ele não era um camponês rústico como já se pensou, mas tinha contato com a cultura do mundo helênico.
Aos 30 anos, Jesus se fez batizar por João Batista nas margens do rio Jordão. Segundo a Bíblia, durante o batismo João reconhece Jesus como o messias. Há registros históricos da existência de João Batista e, recentemente, arqueólogos encontraram entre o monte Nebo e Jericó, nas margens do rio Jordão, ruínas de um antigo local de peregrinação por volta do século III d.C.
Decidido a cumprir sua missão na terra, Jesus dirigiu-se então para a Galiléia, onde recrutou seus primeiros discípulos entre os pescadores do lago Tiberíades. Passou a viver com seus primeiros seguidores em Cafarnaum, cidade de pescadores próxima do lago de Tiberíades. Por dois anos Jesus pregou pela Galiléia, Judéia e em Jerusalém, proferindo sermões e contando parábolas. Segundo a Bíblia, realizou 31 milagres, incluindo 17 curas e seis exorcismos. Alguns dos mais famosos são a ressurreição de Lázaro, a transformação de água em vinho e a multiplicação dos peixes.
Cafarnaum, onde Jesus teria vivido com seus discípulos, era um povoado de cerca de 1 500 moradores naquela época. Escavações encontraram os restos da casa de um dos discípulos, provavelmente de Simão Pedro (hoje conhecido como São Pedro), além de um barco datado da mesma época da passagem de Cristo pelo lugar. Não há, porém, certeza quanto ao número de discípulos que viviam próximos de Jesus. Nos evangelhos, apenas os oito primeiros conferem - os quatro últimos têm muitas variações. A hipótese mais provável é que o número "redondo" de 12 discípulos foi uma invenção posterior para espelhar, no Novo Testamento, as 12 tribos dos hebreus descritas no Velho Testamento.
Depois de viajar por quase toda a Palestina, Jesus parte para cumprir seu destino - ou, segundo alguns especialistas, seu plano. Durante a semana da Páscoa, o principal evento religioso do calendário judeu, Jesus entra em Jerusalém montado num burro e atravessando a Porta Maravilhosa. Esse foi, certamente, um ato deliberado de provocação aos sacerdotes do Templo e à elite judaica. Jesus faz exatamente o que o profeta Zacarias afirmava na Torá que o messias faria ao chegar. Jesus estava mandando uma mensagem de provocação aos sacerdotes do Templo. No segundo dia da Páscoa, Jesus vai ao Templo e ataca os mercadores e cambistas raivosamente.
Na quinta-feira, percebendo que o cerco apertava, os apóstolos celebram com Jesus a última ceia. A imagem que ficou dessa cena, gravada por Da Vinci e outros pintores, nada tem de verdadeiro. Os judeus comiam deitados de flanco, como os romanos, e as mesas eram ordenadas em formato de U e não dispostas numa linha reta. Durante a ceia, Judas levanta-se para trair seu mestre - ou, como alguns sugerem, para cumprir uma ordem dada pelo próprio Jesus. A captura acontece no Jardim do Getsêmani, onde Jesus e seus discípulos descansavam no caminho para Betânia, onde ficariam hospedados.
Levado para o Sinédrio, o Conselho dos Sacerdotes do Templo, Jesus reafirma sua missão divina e é condenado. Existem provas da denúncia de Caifás a Pilatos. Estudiosos judeus afirmam, porém, que o julgamento perante o Sinédrio jamais ocorreu porque o Sinédrio não se reunia durante a Páscoa. Essa versão teria sido incluída tardiamente na Bíblia após a ruptura definitiva entre cristãos e judeus. Jesus foi morto pelos romanos porque era considerado um agitador político.
Na manhã de sexta-feira, na residência do prefeito Pôncio Pilatos, Jesus é condenado à morte. Ele atravessa as ruas de Jerusalém carregando sua própria cruz e é crucificado entre dois ladrões. O caminho que Jesus percorreu nada tem a ver com a Via Crúcis visitada pelos turistas hoje. Ela é uma criação do século XIV, quando a cidade esteve nas mãos dos cavaleiros cruzados. A maioria dos historiadores e arqueólogos concorda, porém, que o morro do Calvário (Gólgota), localizado ao lado de uma pedreira, foi realmente o lugar da crucificação. Concordam também que seu corpo tenha sido colocado numa das grutas próximas. O que aconteceu então depende da fé de cada um. Há varias versões: que Jesus teria sobrevivido ao martírio, que outra pessoa teria morrido em seu lugar, que seu corpo teria sido roubado ou, claro, que ele teria ressuscitado.

AS MARAVIHAS DE DEUS.


.
Deus está presente na vida de cada um de nós, em cada gesto de amor, em cada sorriso, em cada amanhecer, em cada coração, basta que acreditemos em sua presença viva no meio de nós. De manhã Jesus vem nos dar bom dia com um maravilhoso sol e nós não respondemos, depois Ele manda uma brisa suave nos avisando que temos um dia novinho para nós, vendo que ainda não respondemos Ele nos manda um pouco de chuva, para que as plantas possam crescer e as flores possam ficar cada vez mais bonitas para que ali possamos sentir sua presença, através das cores e do perfume e nós acabamos não percebendo, então Ele combina o Sol com a Chuva e nos manda um maravilhoso Arco iris, o dia passa e a tarde o sol vai indo embora e Deus nos manda a Lua, as estrelas e mais uma vez estamos ocupados demais para poder sentir sua presença. E hoje Jesus vem nos dizer que não importa o quanto foi difícil o dia anterior, o que importa é que hoje é um novo dia e Ele está sempre aqui mostrando suas maravilhas de braços abertos esperando cada um de nós.
Olhe ao seu redor e veja as maravilhas que Deus está reservando para sua vida a cada dia. Deixe o amor de Deus te tocar.
"A felicidade está no coração de quem conhece Jesus!!!"


(fonte - site da diocese de apucarana)

terça-feira, 7 de setembro de 2010

"VINDE COMO ESTAIS"



E' COM MUITA ALEGRIA, QUE DEIXO PARA VÓS,ESSA SIMPLES MENSAGEM MAS COM UM PODER INCOMPARÁVEL QUE SÓ DEUS É CAPAZ DE EXPLICAR.

QUERO FALAR DE UM AMIGO QUE TIVE A HONRA DE CONHECER,AMIGO ESSE QUE DESDE O DIA DO NOSSO ENCONTRO ELE JAMAIS MIM DEIXOU SÓ OU ATÉ MESMO NÃO MIM DEIXOU SENTIR-ME SÓ.SEU AMOR POR MIM É MAIOR QUE TUDO QUE JÁ VI EM TODO O MEU VIVER,ELE MIM MOSTROU PARA ONDE DEVO IR,O QUE FAZER QUANDO PARECER QUE É O FIM,MIM FEZ ENTENDER TANTAS COISAS QUE O MEU AMOR CRESCE A CADA DIA,CADA MANHÃ QUE FALO COM ELE SINTO-ME BEM,COMO SE DIA SORRISSE PRA MIM.

POSSO TE DIZER QUE NÃO SOU EGOÍSTA E QUERO DIVIDIR ESSE AMIGO TODOS,TUDO QUE APRENDIR E TUDO QUE RECEBIR,VOU COMPARTILHAR COM VOCÊS MEUS AMIGOS!!!!

EM UM DIA QUALQUER, ENCONTREI JESUS ESTENDENDO SUAS MÃOS PARA MIM,EU NÃO O RECUSEI,POR ISSO ESTOU AQUI DE POSSE DE VITORIA PARA HONRA E GLÓRIA DO SENHOR JESUS,SÓ POSSO TE AGRADECER A CADA DIA POR MAIS UMA VITÓRIA!!!!!!!!!!

COM TODO PRAZER TE APRESENTO O MEU AMIGO JESUS,AMIGO FIEL,HUMILDE,ZELOSO,QUE NUNCA MIM DEIXA SÓ OU MIM ABANDONA NA AFLIÇÃO!!!! QUE ELE POSSA FAZER O MESMO EM TUA VIDA!!



FIQUEM TODOS NA PAZ DO SENHOR.



P.S

JOSY...






domingo, 5 de setembro de 2010

CRENDO NO IMPOSSÍVEL


O TAMANHA DA TUA FÉ


AMADOS IRMÃOS,QUERO EM POUCAS PALAVRAS,DEMONSTRAR O TAMANHO DO AMOR DE CRISTO POR NÓS.SEI QUE SEMPRE É DIFÍCIL ESPERAR,ACREDITAR NAQUILO QUE NÃO VEMOS OU ATÉ NO QUE QUEREMOS TANTO E NUNCA CHEGA PARA NÓS.MAS DEUS PODE PROVAR O CONTRARIO EM NOSSAS VIDAS,ELE NOS MOSTRA QUE ALCANÇAMOS TUDO SEGUNDO O TAMANHO DA NOSSA FÉ.

AMADOS,DEUS NÃO É PEQUENO E NEM FAZ COISAS PEQUENAS,ELE CAMINHA DE ACORDO COM A SUA VONTADE E NOS DÁ ATÉ MESMO O QUE NÃO MERECEMOS,É FIEL MESMO NA NOSSA INFIDELIDADE PERMANECE JUSTO,HUMILDE
E ÚNICO AMIGO VERDADEIRO,ONDE VOCÊ PODE DEPOSITAR TODA A TUA FORTUNA E QUE APENAS ENCONTRARÁ GRANDIOSOS LUCROS QUE SÓ ELE DÁ.

AGRADEÇO AO MEU DEUS PELO TAMANHO DAS BENÇÃOS QUE TEM FEITO
A MIM,INESPERADAS,QUASE SEM FÉ,QUASE DESISTINDO,QUASE MORRENDO NO MEIO DO CAMINHO...DEUS MOSTROU QUE É COMIGO E QUE EM SEUS BRAÇOS MIM CARREGOU NA JORNADA E HOJE ESTOU DE PÉ PARA HONRA E GLÓRIA DO SENHOR JEOVÁ.

MUITO OBRIGADA MEU DEUS!!!!!!


P.S JOSY

segunda-feira, 9 de agosto de 2010

Simbolos satânicos


Simbolos que vemos no nosso dia a dia e que seriam satânicos, ou representações do mal. Tirem suas conclusões



Nome:A mancha louca

Principalmente utilizado por: Nova Era.
Usada principalmente em automóveis. É uma gota de sangue em zombaria ao sangue redentor de Jesus Cristo.
o mais divulgado símbolo do satanismo da Nova Era. Dizem que tem o objetivo de vulgarizar o sangue de Jesus Cristo. Iguala-se ao desenho irregular de um líquido ao cair sobre uma superfície plana. Conhecida também como mancha de sangue.

Essa imagem de mancha usada em 2005/2006 pelo sabão em pó OMO seria uma referência ao símbolo acima? Veja:


Principalmente utilizado por: Nova Era; Maçonaria.
Nome:"Pé-de-galinha" ou "Cruz de Nero"

A Cruz de Nero é uma cruz de cabeça para baixo, também chamada de "pé-de-galinha". Simboliza a "paz" sem Cristo. É uma cruz com os braços quebrados e caídos. O círculo representa o inferno. Na década de 60 foi usada pelos hippies e também foi símbolo de ecologia no mundo, pois representa "uma árvore de cabeça para baixo".

Representa a vitória [que não existiu] de Satanás sobre a cruz de Cristo (Satanás é O Enganador). Utilizado nos rituais de magia negra.

Este símbolo é utilizado também pela Maçonaria.

Nota: Este símbolo aparece em um episódio do desenho Johnny Quest, em que uma personagem o tem tatuado na parte de cima/fora da mão. Na história ela fora roubada e cresceu numa família que a queria para dar continuidade à uma guerra que tinha com outra família; mas no desenho eles encararam o símbolo como sendo "o símbolo da paz" (talvez uma forma discreta e sutil de introduzí-lo no subconsciente do telespectador). Esse episódio é o pior que eu já vi, pois além desse símbolo aparece nada mais nada menos que um demônio (sim, este é um desenho infantil!!!), da forma mais explícita possível (aquela coisa monstruosa com cara de bode e grandes asas como de morcego - algo como um gárgula, só que grande e mais feio/assustador). Antes eu tinha esse desenho como um exemplo de que eles (os desenhos) podem ser legais e ao mesmo tempo não passarem nenhuma mensagem subliminar satânica ou ocultismo, mas ao assistir a este episódio pude ver como hoje em dia é assustadoramente comum ver coisas como um demônio em um desenho-animado infantil...


Principalmente utilizado por: Nova Era; Satanismo.
Nome: Anarquia

O movimento prega a destruição de toda e qualquer organização que não queira se integrar ao novo sistema. Declara a anarquia do inferno a essas organizações que resistem à adesão universal.

Marca registrada de Satanás: um círculo traspassado por três traços em diversas direções. O nome diz tudo. Representa a confusão, o caos, a desordem, a rebeldia.

Segundo o livro "Filho do Fogo", este símbolo é também o símbolo do "Asmodeo", um dos 4 príncipes de Satanás.

É um dos mais usados em diversos produtos pessoais, como roupas.


Principalmente utilizado por: Nova Era; Satanismo; Maçonaria.
Nome: Mão chifrada


Usado por artistas ligados à música (principalmente rock'n'roll) e seus fãs. Simboliza o louvor em rituais satânicos.

Sinal secreto para invocação de demônios. Simbologia muito em voga. Tem sido usado como saudação. Esses símbolos são rapidamente assimilados pelos jovens.



Principalmente utilizado por: Nova Era; Maçonaria.
Nome:
"Ankh" ou "Cruz com laço" ou "Cruz egípcia"



Antigo símbolo egípcio que representa a vida, o conhecimento cósmico e o intercurso sexual. Também é conhecido por bruxos como a "Cruz Ansata", utilizado em rituais de encantamento, fertilidade e divinação.

Simboliza o desprezo da virgindade, troca da parceiros conforme a escolha pessoal. O movimento Nova Era ensina que a sexualidade é a parte que purifica o ser humano, eleva o espírito e embeleza o corpo. É a volta ao paganismo antigo, cujos "deuses" promoviam as danças com barulho excessivo, as orgias, a prostituição ritual, etc.


Principalmente utilizado por: Nova Era; Maçonaria; Bruxaria.
Nome: "Yin/Yang"


Representa a criação em pleno equilíbrio inicial. A parte superior da senóide representa a polaridade positiva, e se decai progressivamente até se tornar negativa. A idéia do símbolo é indagar quando é que algo deixa de ser positivo para se tornar negativo. Define-se que um lado sempre contém algo do outro. Nada é totalmente bom e nem totalmente mal.

Representa o equilíbrio entre as forças contrárias. O bem e o mal são a mesma coisa, apenas são vibrações altas ou baixas. Assim, a Nova Era afirma que Deus e Lucifer se completam, pois as forças opostas são parte da mesma perspectiva divina.

O negativo e o positivo. Equilíbrio das energias cósmicas; os dois extremos da vida: o bem e o mal. Representado por uma circunferência dividida por uma parte branca e outra preta. Sugere a possibilidade de harmonia entre o bem e o mal, entre as trevas e a luz. Em outras palavras, ensina que o diabo não é tão ruim como se fala. O símbolo representa as duas forças integrantes do Universo: "yin", força negativa ou feminina; "yang", força positiva ou masculina, segundo um princípio filosófico surgido na China há milhares de anos. A alternância entre o "yin" e o "yang" constitui a base da tradicional crença chinesa no processo cíclico de nascimento e dissolução e na interdependência entre o mundo da natureza e a vida do homem. "Yin/Yang" são, na filosofia oriental, as duas forças complementares, ou os dois princípios, contrários que se harmonizam, que abrangem todos os aspectos e fenômenos da vida (Encyclopaedia Britannica do Brasil Publicações Ltda.)

Nota: Podemos vê-lo em marcas de roupas e bijuterias, por exemplo.


Principalmente utilizado por: Nova Era.
Nome: Arco-íris (pela metade)

É o símbolo principal da Nova Era, mas apresentado só a metade! Ele representa a ponte entre a alma humana individual e a "Grande Mente Universal" ou "Alma Universal", que é Lucifer. Também é considerado como "Ponte Mental" entre o homem e as energias cósmicas e a cidade de Shambala, governada por Lucifer. Na Bíblia, o arco-íris é o símbolo da Aliança entre Deus e o Seu povo.

A Nova Era está sempre tentando avacalhar os símbolos do Cristianismo.


Principalmente utilizado por: Nova Era; Maçonaria.
Nome: Fita entrelaçada infinita


Significa a vida entrelaçada, onde há sempre uma continuidade em outras encarnações. Também representa o pacto de sangue entre os novaerinos, envolvendo pessoas ou organizações. É usado para uma melhor obediência entre os aliados do movimento Nova Era.

Significa ainda interação entre o bem e o mal e do homem com as forças do cosmo; o homem unido a outras dimensões; a unificação de todos os setores na Era Aquariana.

A Fig.2 acima é um símbolo usado pela Maçonaria. Talvez seja uma variação do símbolo da Fig.1.

Nota: Repare que além de tudo, se analisarmos estes símbolos veremos facilmente três algasrismos "6" entrelaçados, como citamos na página do símbolo entitulado Número da besta.

Este símbolo é também utilizado aqui no Brasil pelo banco Unibanco.


Nome:
O sinal do Pink Floyd

Este símbolo é representado por um boneco espiando sobre um muro. Representa Satanás olhando para as pessoas que ainda não se decidiram por ele. Relaciona-se à queda do muro de Berlim e ao conjunto de rock'n'roll Pink Floyd, formado na Inglaterra em 1966, que gravou músicas de conteúdo satânico como "Corra como o diabo", "O Gnomo", "Confortavelmente Anestesiado" e outras.


Fonte:
http://www.tabernaculonet.com.br/luz.php?facho=t00148

terça-feira, 27 de julho de 2010

FESTIVAL GOSPEL DE GARANHUNS/PE






ESSAS SAO ALGUMAS DAS ATRAÇÕES DO FESTIVAL GOSPEL DE GARANHUNS 2010.TIVEMOS A PRTICIPAÇÃO DE VARIAS IGREJAS COMO:ASSEMBLEIA DE DEUS,BATISTA,ADVENTISTA,CONGREGACIONAL,4ª IGREJA,JARDIM DAS OLIVEIRAS,QUANDRANGULAR E OUTRAS,TUDO PARA HONRA E GLÓRIA DO SENHOR JESUS CRISTO.

domingo, 27 de junho de 2010

Lidando Com as Fortalezas


No livro de Daniel, lemos uma passagem concernente à intercessão, que será um tremendo desafio para nossa vida de oração, se entendermos plenamente seu sentido.

“Naqueles dias, eu, Daniel, estive triste por três semanas completas. Manjar desejável não comi, nem carne nem vinho entraram na minha boca, nem me ungi com ungüento, até que se cumpriram as três semanas.”

Esse texto deixa claro que existem diferentes formas de jejum. Jejuar não significa sempre a total abstenção de alimentos. Daniel disse: Manjar desejável não comi.

“E eis que uma mão me tocou e fez que me movesse sobre os meus joelhos e sobre as palmas das minhas mãos. E me disse: Daniel, homem mui desejado, está atento às palavras que te vou dizer e levanta-te sobre os teus pés; porque eis que te sou enviado. E, falando ele comigo esta palavra, eu estava tremendo. Então, me disse: Não temas, Daniel, porque, desde o primeiro dia, em que aplicaste o teu coração a compreender e a humilhar-te perante o teu Deus, são ouvidas as tuas palavras; e eu vim por causa das tuas palavras. Mas o príncipe do reino da Pérsia se pôs defronte de mim vinte e um dias, e eis que Miguel, um dos primeiros príncipes, veio para ajudar-me, e eu fiquei ali com os reis da Pérsia.” Daniel 10:10-13.

Note, em primeiro lugar, que o anjo não foi enviado do céu até que Daniel orasse. Deus mandou a resposta no primeiro dia. Entretanto, ela demorou 21 dias para chegar. Às vezes, quando oramos, a resposta não chega imediatamente. Isso não quer dizer que Deus não ouviu ou que não enviou a resposta. Ele respondeu, mas a resposta não chegou até nós. O versículo 13 explica que o príncipe da Pérsia opôs-se ao anjo.

A Bíblia não se está referindo aqui a um ser humano. Um anjo não é um ser físico; é um ser espiritual. Em outras palavras, havia na terra um reino físico, um príncipe persa por cabeça. Entretanto, bem acima desse lugar, nas regiões celestiais, havia um reino espiritual. Nesse reino, havia um príncipe que realmente governava o reino da Pérsia. Ele não desejava que o anjo chegasse a Daniel com a resposta. A mensagem que o anjo trouxe a respeito de Israel, era que o reino medo-persa seria dissolvido, o Império Grego viria e finalmente surgiria o Império Romano, que governaria Jerusalém.

Quando o príncipe da Pérsia opôs-se ao anjo, Deus enviou outro anjo, e, finalmente, depois de 21 dias, o primeiro chegou a Daniel com a mensagem. Note o que o anjo disse quando apartou-se de Daniel: Eu tornarei a pelejar contra o príncipe dos persas; e, saindo eu, eis que virá o príncipe da Grécia (Daniel 10:20).

O anjo trouxe a resposta. A chave, porém, era o próprio Daniel. A chave não era Deus. A chave não era o anjo. A chave não era o rei da Pérsia. A figura principal de toda a situação era Daniel. Foi ele o homem que fez as coisas acontecerem por meio da oração perseverante.

A Bíblia diz que não temos que lutar contra carne e sangue. Mesmo assim, ainda temos de lutar. Fico surpreso com os cristãos que dizem: “Por que isso aconteceu comigo?” Algumas pessoas agem como se fossem as únicas com as quais certas coisas acontecem. O diabo, porém, jogará todas as pedras que puder no caminho dos cristãos. Em vez de gastar seu tempo tentando descobrir por que algo aconteceu com você, levante-se, encare o inimigo e diga: “Eu creio em Deus e creio que as coisas vão acontecer exatamente como a Palavra disse que aconteceria. Você não vai me dominar!”

Ore e verá as coisas acontecerem!

Extraído e adaptado do Livro: O Cristão Que Intercede

Autor: Kenneth E. Hagin

Para Meditar: "Eu amo aos que me amam, e os que diligentemente me buscam me acharão." Proverbios 8:17.

quinta-feira, 10 de junho de 2010

"A semente é a palavra de Deus"


Amultidão curiosa que tinha ouvido a parábola do semeador não a entendeu. Mas, então, o que esperávamos? Nem os discípulos do Senhor entenderam. "Então, lhes perguntou: Não entendeis esta parábola e como compreendereis todas as parábolas?" (Marcos 4:13).

Jesus parece ter começado com a história do semeador porque ela abordava um conceito tão fundamental do reino do céu que a incapacidade de entendê-la prediria incapacidade de entender qualquer uma. A salvação dos discípulos era que, ainda que verdadeiramente não percebessem seu ponto, eles queriam saber, e ficaram para perguntar mais sobre o que ele queria dizer e para ouvir a paciente explanação de Jesus.

A parábola do semeador contém três elementos: o semeador, a semente, e os solos. O semeador e a semente são constantes. O semeador é habilidoso e espalha a semente por igual. A semente é, indiscutivelmente, boa. Mas o trabalho hábil do semeador e a capacidade de germinação da semente dependem para seu sucesso da natureza do solo, e aqui é focalizada a parábola.

Quem é o semeador? Jesus não diz. Na parábola do trigo e do joio, Jesus diz que o semeador da boa semente é o "Filho do Homem" (Mateus 13:37), mas a preocupação naquela parábola são as origens contrastantes dos dois tipos de sementes. Aqui a identidade do semeador não é tão crítica. Quem quer que ele possa representar é essencialmente uma função do propósito da parábola. Se o seu intento foi ilustrar a resposta variável dos ouvintes à pregação pessoal de Jesus e forçá-los a um exame sério de si mesmos, então muito certamente o Senhor é o semeador. A aplicação, por Jesus, das palavras de Isaías a sua audiência, "Porque o coração deste povo está endurecido, de mau grado ouviram com os ouvidos, e fecharam os olhos" (Mateus 13:14-15) parece sugerir essa interpretação.

Mas se, por outro lado, o propósito desta parábola foi também fortalecer os corações incertos de seus discípulos, esperando, como estavam, o reino para levar cada alma diante dele, então certamente eles e aqueles que semeariam o mundo com o evangelho depois deles teriam que ser parte deste complexo plantador.

O significado da semente é claramente demarcado para nós. "Este é o sentido da parábola: A semente é a palavra de Deus" (Lucas 8:11). Ainda que não seja a mensagem primária desta parábola, o fato que a palavra de Deus é o poder que constrói o reino de Deus precisa de ênfase.

Não há nenhuma mágica aqui, nenhuma energia esotérica mistificadora. Até as palavras dos homens têm poder. Elas comunicam sentimentos e idéias, criam culturas inteiras, levam homens à paz ou à guerra, mudam o curso da história, produzem grande mal ou grande bem. Por que nos surpreenderíamos, então, que a palavra de Deus tenha poder inimaginável?

Os mundos foram criados e são mantidos pela palavra de Deus (Hebreus 11:3; 1:3), e o sopro divino que está em suas palavras (Salmo 33:6) é o sopro que nos deu a vida (Gênesis 2:7). A palavra do Todo Poderoso responde aos nossos espíritos como a luz responde aos nossos olhos. Sua poderosa verdade viva penetra em nossos corações e põe a nu nossos mais íntimos pensamentos (Hebreus 4:12). É a palavra do evangelho que nos salva (Romanos 1:18; 1 Coríntios 1:21), e a "palavra da sua graça" que nos edifica e garante nossa herança entre o povo de Deus (Atos 20:23).

Esta parábola está nos dizendo, em linguagem simples, que a própria palavra de Deus é a semente germinante da vida (Filipenses 2:16), e não a palavra mais algumas misteriosas obras do Espírito Santo. É por esta própria palavra viva, que transmite energia, que o Espírito Santo não somente nos leva ao renascimento espiritual (Efésios 1:13; 1 Pedro 1:23-25), mas nos transforma na imagem do Filho de Deus. E tudo isto é possível porque em suas palavras Deus nos abriu seu coração e derramou as profundezas de sua verdade e graça (1 Coríntios 2:10-13). No evangelho, ele nos fez olhar na face de nosso crucificado Salvador (2 Coríntios 3:18). E isso tem poder!

É, portanto, sacrilégio homens e mulheres falarem do evangelho como "mera palavra" e rirem da idéia que o evangelho por si só é capaz de produzir uma nova e inconquistável vida espiritual. Não é prudente falar tão levianamente de palavras que saem da boca de Deus ou insultar o céu tentando fortificar esta palavra "inadequada" com nossas vãs filosofias (Colossenses 2:8-10; Provérbios 30:5-6). Até Satanás sabe onde está o poder. "A que caiu à beira do caminho são os que a ouviram; vem, a seguir, o diabo e arrebata-lhes do coração a palavra, para não suceder que, crendo sejam salvos" (Lucas 8:12).

Mas não faz Deus mais do que apenas falar conosco? Sim, ele está certamente ativo em responder nossas orações (1 João 5:14:15), e providencialmente nos guiando através das provações e tribulações que limpam, fortalecem e purificam nossa fé (Romanos 8:28). Mas, em fim, é sua palavra que tem poder, e é para sua palavra que todo seu providente trabalho precisa nos trazer, em obediência compreensiva. É através dessa palavra que chegamos a conhecer Deus e seu Filho. E essa é vida eterna (João 17:3). A semente do reino é a palavra de Deus.

-por Paul Earnhart

sexta-feira, 4 de junho de 2010

Deus é fiel.



A Palavra de Deus diz que “Deus é Espírito, e importa que os que o adoram, o adorem em espírito e em verdade” (João 4. 24).

No referido texto, entendo com toda a convicção, que a expressão “e em verdade” corresponde a dizer “e com fidelidade”.

Assim, pelo menos para mim, o texto diz: “Deus é Espírito, e importa que os que o adoram, o adorem em espírito e com fidelidade”.

Diz, também, a Palavra de Deus: “Sé fiel até à morte, e dar-te-ei a coroa da vida” (Apocalipse 2.10 b).

Não quer este texto dizer que devemos ser fiéis, apenas, até o momento de nossa morte, isto é, durante toda a vida, embora devamos.

O que quer dizer o texto é que devemos ser fiéis a ponto de darmos as nossas vidas, ou seja, renunciar a tudo, e até à vida, se necessário, com o intuito de sermos fiéis a Deus, e tão somente a Ele, isto em termos espirituais.

Pois, em termos humanos, devemos ser fiéis, também, a todos: nosso cônjuge, nossos familiares, nossos amigos, etc.

Há um outro texto na Bíblia que acho importantíssimo, o qual diz: “Nisto conhecemos o amor, em que Cristo deu a sua vida por nós, e devemos dar a nossa vida pelos irmãos” (I João 3. 16).

Este versículo vem coroar o meu entendimento de que devemos dar a nossa vida pelo nosso próximo, e muito mais por Deus, em uma fidelidade integral.

É, em síntese, o ser fiel até à morte.

Um versículo que me acompanha, desde a adolescência, diz o seguinte:

“Entrega o teu caminho ao Senhor, confia nele, e Ele tudo fará” (Salmo 37. 5).

Não fica aqui, neste texto, qualquer dúvida quanto a entregar tudo, inclusive a vida, se necessário for, confiar em Deus acima de tudo, e Ele manterá, como não conseguimos muitas vezes manter, a sua fidelidade, ou seja, “Ele tudo fará”.

SÊ FIEL não é uma expressão banal, não é sequer uma expressão mística.

SÊ FIEL, também, não é uma expressão de marketing, bem como não é uma “bandeira”, um “slogan”.

SÊ FIEL é um imperativo de Jesus para os seus seguidores.

Quem segue a Jesus tem que ser fiel aos seus ensinamentos, isso caso aspire à salvação, eis que Ele se tornou Salvador dos que o obedecem. (Hebreus 5. 9 b).

Ser fiel é, portanto, segui-lo, obedecê-lo em quaisquer situações, ambientes, momentos, sejam felizes ou não.

Ser fiel não é falar o “evangeliquês”, uma a duas horas por semana na igreja, não é ter cara de santo, de puro apenas diante dos irmãos na fé.

Ser fiel é um procedimento, um procedimento constante, ininterrupto.

Ser fiel é um princípio de vida, uma atitude imutável, embora haja situações que “sugiram” a infidelidade, a mudança de cara, a colocação de máscara.

O verdadeiro cristão não usa máscara, não muda de cara; é fiel porque Deus é Fiel, e requer de nós fidelidade.

“Assim, pois, importa que os homens nos considerem como ministros de Cristo e despenseiros dos mistérios de Deus. Ora, além disso, o que se requer dos despenseiros é que cada um deles seja encontrado fiel” (I Coríntios 4. 1-2).

Explicada está a motivação dessa página na Internet.

Quero ser fiel a Deus, e cumprir aquilo para o qual fui chamado, proclamar a minha fé, propagar a sua Palavra.

Este texto, até aqui, foi originalmente escrito, em Janeiro de 2004, para o “site” SÊ FIEL, que estava em formação.

Optei, no ano passado, por não viabilizar o “site”.

Agora, necessário se faz atualizar estas palavras iniciais com mais algumas considerações.

O “blog” “SÊ FIEL”, como seria o “site”, é um ministério que abracei, em obediência às últimas palavras de Jesus, antes de sua ascensão, as quais nos exortam a “ensinar” (Mateus 28. 19), “pregar” (Marcos 16. 15), e “testemunhar” (Atos 1.8).

Ensinar, pregar e testemunhar a Palavra de Deus “a tempo e fora de tempo” (*), quer seja oportuno, quer não seja”(**) (II Timóteo 4. 2) é a missão a que me proponho.

Para que o mundo saiba, proclamarei sempre, como sempre fiz, que Deus é Fiel, e quer que sejamos encontrados fiéis.

Este é um “blog” da Mídia Cristã Evangélica, que tem como finalidade evangelizar os não cristãos [e edificar a Igreja], sem cor denominacional.

Mas a fidelidade de Deus para com Israel será, também, um dos temas, face ao cumprimento passado, presente e futuro de profecias bíbicas a respeito desse povo.

Vou falar, testemunhar a respeito de Jesus, a respeito da Palavra de Deus, a Bíblia Sagrada.

Não vou discutir religiões: Cristianismo, Judaísmo, Animismo, Budismo, Confucionismo, Hinduísmo, Islamismo, Jainismo, Sikhísmo, Taoísmo, Xintoísmo, Zoroastrismo, etc.

Quando, acima, me referi a religiões, não citei catolicismo, protestantismo histórico, pentecostalismo, neo-pentecostalismo, pois não são religiões, são ramos, segmentos, denominações de uma mesma religião, a Cristã.

Religiões que não a Cristã, quando mencionadas, em alguma matéria, o serão pela sua presença em fatos/notícias que envolvam os cristãos, o cristianismo, a Bíblia.

O “plano de fundo” do “Blog”, como não podia deixar de ser, apresenta como fundo musical um tradicional hino evangélico:
“Tu és Fiel, Senhor”. (Letra de Thomas O. Chrisholm e música de William M. Runyan - em 1923)

Deixamos de apresentar este fundo musical, tendo em vista que, em 13.07.2009, entramos numa fase mais avançada exibindo vídeos, e a manutenção do hino prejudica ouvir os vídeos.

A Internet, tão explorada em termos de banalidades, futilidades, piadinhas, pornografia e obscenidades, que em nada contribuem para a edificação de vidas, precisa ser melhor e mais utilizada para a divulgação da Palavra de Deus.

E tudo deve ser feito como nos ensina o Apóstolo Paulo:

“Portanto, quer comais, quer bebais, ou façais outra cousa qualquer, fazei tudo para a glória de Deus” (I Coríntios 10. 31).

Não há, eu sempre disse, “coincidências” para Deus, e alguns que estão lendo este texto são antigas testemunhas dessa minha opinião.

Deus fala, Deus opera, Deus atua, Deus age no momento certo.

Foi assim, novamente nesta data, em que estou atualizando este texto, para a página inicial deste “Blog”, que uma das minhas leituras devocionais diárias, no devocionário Refeições diárias com os profetas menores, de autoria do Rev. Elben M. Lenz César, Editora Ultimato, veio ao encontro do que eu escrevi acima, motivo pelo qual transcrevo-a abaixo:

“De pai para filho

´Contem aos seus filhos o que aconteceu, e eles aos seus netos´ (Joel 1. 3)

Há uma história para contar. A história de Deus. A história da santidade de Deus. A história da severidade de Deus. A história da misericórdia de Deus. A história do mover de Deus.

A história do homem pecador, do homem perdoado, do homem que volta ao pecado, do homem que torna a ser perdoado.

Essa história não pode ficar parada, guardada, arquivada, mofada.

Tem de sair dos arquivos e das estantes: “Contem aos seus filhos o que aconteceu, e eles aos seus netos, e os seus netos, à geração seguinte”.

O verbo contar aqui tem a mesma conotação e importância do verbo “pregar” usado por Jesus na grande Comissão:

“Vão pelo mundo todo e preguem o evangelho a todas as
pessoas” (Marcos 16. 15).

Não foi à toa que o Senhor segredou a Paulo certa noite em Corinto: “Não tenha medo, continue falando e não fique calado” (Atos 18.9).

A história contada de geração em geração é tão importante que Jesus declarou: “Se eles se calarem, as pedras clamarão”
(Lucas 19. 40)”.


Postado por: Edmar Torres Alves

segunda-feira, 31 de maio de 2010

Como ler a Biblia?





Para ler a Bíblia, deveríamos começar com uma oração para abrir nosso coração e nossa mente à Palavra de Deus e terminar “com uma oração para que esta Palavra dê fruto em nossa vida, ajudando-nos a ser pessoas mais santas e mais fiéis”.
Começar e terminar de ler a Bíblia orando é uma das 10 sugestões para tornar frutífera a leitura da Bíblia para os católicos, oferecidas por Mary Elizabeth Sperry, diretora associada para o uso da New American Bible na Conferência de Bispos Católicos dos Estados Unidos (USCCB).


1.Ler a Bíblia é para os católicos, sim. A Igreja estimula os católicos para que façam da leitura da Bíblia parte de sua vida diária de oração. Ao ler estas palavras inspiradas, as pessoas aprofundam em sua relação com Deus e chegam a entender seu lugar na comunidade daqueles que Deus chamou para si.

2.Orar no começo e no final. Ler a Bíblia não é como ler um romance ou um livro de história. Deveríamos começar com uma oração pedindo ao Espírito Santo que abra nosso coração e nossa mente à Palavra de Deus. A leitura da Sagrada Escritura deveria terminar com uma oração para que esta Palavra dê fruto em nossa vida, ajudando-nos a ser pessoas mais santas e mais fiéis.

3.Fique por dentro de toda a história! Ao escolher uma Bíblia, procure uma edição católica. A edição católica inclui a lista completa dos livros que a Igreja considera sagrados, assim como introduções e notas para compreender o texto. Toda edição católica inclui uma nota de imprimatur no verso da página de título; ele indica que o livro está livre de erros doutrinais segundo o ensinamento católico.

4. A Bíblia não é um livro, é uma biblioteca. Ela é uma coleção de 73 livros escritos ao longo de muitos séculos. Tais livros incluem a história dos reis, profecias, poesias, cartas que desafiam as novas comunidades de crentes em dificuldade e relatos da pregação e da paixão de Jesus, transmitidos por parte dos crentes. O conhecimento do gênero literário do livro que se está lendo o ajudará a entender as ferramentas literárias que o autor utiliza e o significado que este procura transmitir.

5.Saiba o que é a Bíblia – e também o que ela não é. A Bíblia é o relato da relação de Deus com o povo que Ele escolheu para si. Não está escrita para ser lida como um livro de história, nem de ciência, nem como um manifesto político. Na Bíblia, Deus nos ensina aquelas verdades de que precisamos para o bem da nossa salvação.

6.O todo é maior que as partes. Leia a Bíblia em seu contexto. O que acontece antes e depois – inclusive em outros livros – nos ajuda a entender o verdadeiro significado do texto.

7.O antigo tem relação com o novo. O Antigo e o Novo Testamentos se iluminam mutuamente. Ainda que leiamos o Antigo Testamento à luz da morte e ressurreição de Cristo, este tem também seu valor próprio. Juntos, os testamentos nos ajudam a entender o plano de Deus para a humanidade.

8.Você não está lendo sozinho. Ao ler e refletir sobre a Sagrada Escritura, os católicos se unem àqueles homens e mulheres fiéis que levaram a sério a Palavra de Deus e a puseram em prática em sua vida. Lemos a Bíblia na tradição da Igreja para beneficiar-nos da santidade e sabedoria de todos os fiéis.


Obs.: Lembre-se da lição de casa do nosso grupo de jovens!

Leia um salmo por dia (na sequência) e faça uma pequena reflexão de aproximadamente 10 minutos.

Quem começou no dia proposto, deve estar entre o salmo 30 e 31, mas se você ainda não começou, não perca tempo! Leia e aprenda sobre a boa nova de Jesus!

9.O que Deus está me dizendo? A Bíblia não se dirige somente às pessoas que morreram há muito tempo em um lugar distante. Também se dirige a cada um de nós em suas próprias circunstâncias. Quando lemos, devemos entender o que o texto diz e como os fiéis entenderam seu significado no passado. À luz desse entendimento, então nos perguntamos: “O que Deus está me dizendo”.

10.Ler não é suficiente. Se a Sagrada Escritura ficar somente em palavras em uma página, nossa tarefa não terminou. Precisamos meditar sobre a mensagem e colocá-la em prática em nossa vida. Somente então a Palavra pode ser “viva e eficaz” (Hb 4, 12).
Postado por Jovens Mensageiros da Paz às 05:28

sábado, 29 de maio de 2010

Jesus Cristo - o Autor da vida ou uma criatura?




Por: Emerson de Oliveira

Uma das mudanças mais claras na Tradução do Novo Mundo (doravante TNM) é em At.3.15, que diz, na Almeida (todos os grifos são nossos):

"Dessarte, matastes o Autor da vida, a quem Deus ressuscitou dentre os mortos, do que nós somos testemunhas"

A TNM diz:

"ao passo que matastes o Agente Principal da vida. Mas, Deus levantou-o dentre os mortos, fato de que somos testemunhas".

A palavra em questão aqui para "Autor", em grego, é "archegos". Vejamos o que diz o Dicionário Strong:

747 archgov archegos

1) Líder principal, príncipe

1a) de Cristo

2) Alguém que tem a primazia em qualquer coisa como, por exemplo, um predecessor em algum assunto, pioneiro

3) O autor

Fica claro que a TNM seguiu a primeira opção. Apesar de que a denominação "Agente Principal" é muito fraca, as próprias TJ admitem que ela signifique a primeira opção do dicionário (opção 1). Mas será que em At.3.15 archegos significa "líder principal"?
As TJ não admitem que Jesus é eterno como Jeová, sendo uma mera criatura e isto pode ter influenciado a tradução. O Estudo Perpicaz das Escrituras (p. 534) mostra a opinião TJ sobre Jesus:

"E visto que Jeová é a Fonte de toda a vida, toda a criação animada, visível e invisível, deve sua vida a ele. (Sal 36:9) Então, o Filho, em vez de ser Concriador, era o agente ou instrumento por meio de quem Jeová, o Criador, operava"

E na p. 755:

"Mas o Ló·gos, mais tarde chamado Jesus, é o "Filho unigênito de Deus". (Jo 3:18) É o único de sua espécie, o único a quem o próprio Deus criou diretamente, sem a intermediação ou cooperação de qualquer criatura. Ele é o único a quem Deus, seu Pai, usou para trazer à existência todas as outras criaturas"

Sem entrarmos no debate se Cristo é ou não criatura, o fato é que parece visível que a Torre de Vigia distorceu o versículo de Atos para que este não desse o sentido correto de que Cristo é o AUTOR da vida (por conseguinte, Deus). Vejamos o que diz o Dicionário Expositório de Palavras do Novo Testamento, de Vine (que as Testemunhas admiram e citam bastante):

"AUTOR
archegos NT:747, traduzido como 'Príncipe' em At. 3:15 (na Almeida CF - marg., "Autor") e 5:31, mas 'Autor' em Hb. 2:10, RV, 'Capitão', RV marg., e KJV, e 'Autor' em 12:2, primeiramente significa 'alguém que tem primazia, ou tem a primeira ocasião de alguma coisa'. Que Cristo é o Príncipe da vida significa, como Crisóstomo disse, que "a vida que Ele tinha não era de outro; o Príncipe ou Autor da vida deve ser Ele quem tem vida em Si mesmo".

Portanto, para este estimado dicionário, "Autor" é a palavra correta aqui (não "líder principal"). E ainda note o que Crisóstomo disse: "que a vida que Ele tinha não era de outro", o que o onera de ser uma criatura.

A Bíblia de Jerusalém (Bj) e a TEB dizem "Príncipe". Quando as Testemunhas usam as palavras "Agente Principal", "Líder Principal" ou "Primeogênito" a Jesus, muitas vezes querem dizer que Ele é uma criatura, um mediador ou agente por quem Jeová crou todas as coisas. Elas não admitem que Jesus compartilha com Deus a divindade. Mas vimos que o Dicionário Vine define que o correto é usar "Autor da vida" em 3.15. Portanto, a tradução (e interpretação) das Testemunhas está errada.

quinta-feira, 27 de maio de 2010

DEUS CUIDA?


Salmo 23.

Certa vez ouvi o desabafo de uma mulher divorciada que ficara com o encargo de terminar de criar seus três filhos sozinha, praticamente sem nenhuma pensão do ex-marido. Ela dizia:
"Todo mundo pensa que eu sou forte, mas eu não sou forte, não. Eu estou cansada de bancar a forte. Tenho que ser pai e mãe ao mesmo tempo. Além dos meus problemas, as pessoas ainda me procuram para ajudá-las.
Eu estou cansada. Eu não sou forte.
Eu cuido de todo mundo, mas ninguém cuida de mim. Eu preciso de alguém que cuide de mim".

Alguma vez você já se sentiu assim, cuidando de todo mundo, mas sem ninguém pra cuidar de você?

O Rei Davi, autor deste salmo, registra um maravilhoso e eterno testemunho:
- O Senhor é o meu pastor!

Depois de passar por várias guerras, lutas, rebeliões, graves problemas familiares e um monte de coisas mais, ele olha para trás e percebe que Deus sempre estivera ao seu lado, cuidando dele. Ao dizer "O Senhor é o meu pastor", na verdade ele está dizendo:

DEUS CUIDA DE MIM!

Na sua juventude ele tinha sido um pastor de ovelhas, por isso, para retratar o cuidado de Deus sobre a sua vida, o rei Davi traça vários paralelos entre Deus e um pastor de ovelhas exemplar:

1. Deus supre as necessidades básicas dos seus filhos.
"O Senhor é o meu pastor, nada me faltará" - vs 1.

Um bom pastor jamais deixava faltar água e alimento
para suas ovelhas.

Foi o próprio Jesus quem garantiu, em Mateus 6.31-32: “Não vos inquieteis, dizendo: Que havemos de comer? Ou: Que havemos de beber? Ou: Com que havemos de vestir... Porque vosso Pai celestial sabe que precisais de tudo isso”.
Tranqüilize seu coração: DEUS CUIDA DE VOCÊ (E DE MIM)


2. Deus conduz os seus filhos.
"Deitar-me faz em pastos verdejantes; guia-me mansamente a águas tranqüilas. Refrigera a minha alma; guia-me nas veredas da justiça por amor do seu nome" - vs. 2-3.

Um bom pastor jamais deixava de conduzir suas ovelhas. Sempre à frente, garantia-lhes a segurança.

O profeta Isaías afirma(58.11): “O Senhor te guiará continuamente, e te fartará até em lugares áridos, e fortificará os teus ossos; serás como um jardim regado, e como um manancial, cujas águas nunca falham”.

Precisamos ser honestos e admitir que às vezes nos sentimos desorientados; mas, uma coisa eu aprendi neste caminho: A direção de Deus em minha vida são como os sinais de trânsito: Uma placa de cada vez, no ponto certo do trajeto.

Portanto, caminhemos com fé, até encontrarmos a próxima "placa", a próxima orientação. Não sofras: DEUS CUIDA DE VOCÊ (E DE MIM).


3. Deus protege os seus filhos – vs. 4.
"Ainda que eu ande pelo vale da sombra da morte, não temerei mal algum, porque tu estás comigo; a tua vara e o teu cajado me consolam".

Um bom pastor jamais deixava de proteger suas ovelhas, lutando contra lobos, ladrões e chacais.

Mais uma vez, é o profeta Isaías que nos conforta (41.11-14): “Eis que envergonhados e confundidos serão todos os que se irritam contra ti; tornar-se-ão em nada; e os que contenderem contigo perecerão. Quanto aos que pelejam contigo, buscá-lo-ás, mas não os acharás; e os que guerreiam contigo tornar-se-ão em nada e perecerão. Porque eu, o Senhor teu Deus, te seguro pela tua mão direita, e te digo: Não temas; eu te ajudarei. Não temas, ó bichinho de Jacó, nem vós, povozinho de Israel; eu te ajudo, diz o Senhor, e o teu redentor é o Santo de Israel”.

Não temas: DEUS CUIDA DE VOCÊ (E DE MIM).

4. Deus mantém com seus filhos uma relação de amizade.
"Preparas uma mesa perante mim, na presença dos meus inimigos; unges com óleo a minha cabeça, o meu cálice transborda" - vs. 5.

(Obs: Esta coisa de preparar uma mesa na presença dos inimigos e ungir a cabeça com óleo, eram partes de um antigo costume que anunciava que ali havia uma aliança, uma forte amizade entre aquelas pessoas).

Um bom pastor mantinha com suas ovelhas uma relação de confiança e amizade.

O próprio Deus, na pessoa de Cristo nos diz em João 15.15: “Já não vos chamo servos, porque o servo não sabe o que faz o seu senhor, mas chamei-vos amigos, porque tudo quanto ouvi de meu Pai vos dei a conhecer”.

A
legre-se, pois, além de suprir nossas necessidades, nos conduzir e nos proteger, DEUS QUER MANTER CONOSCO UMA RELAÇÃO DE AMIZADE.

5. Deus age com bondade e misericórdia para com seus filhos – vs. 6.
"Certamente que a bondade e a misericórdia me seguirão todos os dias da minha vida, e habitarei na casa do Senhor por longos dias".

Em Marcos 5.19, há o registro de um destes momentos em que a misericórdia de Deus se manifesta na vida de um homem:
"Jesus, porém, não lhe permitiu, mas disse-lhe: Vai para tua casa, para os teus, e anuncia-lhes o quanto o Senhor te fez, e como teve misericórdia de ti".

Regozije-se, pois DEUS SE IMPORTA COM SEUS FILHOS. DEUS CUIDA DE VOCÊ (E DE MIM)

O nosso Deus é o Deus
- Que supre;
- Que conduz;
- Que protege;
- Que mantém uma relação de amizade, e;
- Age com bondade e misericórdia para com seus filhos.

Aleluia! Confiemos e nos alegremos no Senhor.

Autor: Pr Franco

terça-feira, 25 de maio de 2010

Os amigos de Jesus




Introdução

Atribui-se o termo amigo a um indivíduo ligado a outro por amizade, afeto, reciprocidade, benevolência e amor. Um verdadeiro amigo é mais chegado que um irmão (Pv 18.24). São nos momentos mais difíceis que se conhece o verdadeiro amigo (Pv 17.17). Amigo é uma pessoa com quem temos associação amigável nos vários tipos de relacionamentos humanos. Judá tinha um amigo (Gn 38.20). Na parábola do amigo importuno Jesus mostra que um amigo não despede um outro amigo de mão vazia (Lc 11.5-8).

Os amigos de Jesus

Em seu ministério Jesus cultivou uma profunda amizade com os seus doze apóstolos e os chamava de amigos (Jo 15.13-15). E dentre esses doze, havia um círculo mais íntimo de três com os quais Jesus tinha uma amizade mais profunda – Pedro, Tiago e João (Mt 17.1; 26.36,37).

Fora deste círculo Jesus ainda tinha um grande amigo – Lázaro (Jo 11.3, 11, 36). Jesus tinha amigos até na esfera Do poder (Jo 7.50-53; 19.38-40). Muitos dos principais líderes religiosos eram amigos de Jesus, embora, permanecessem no anonimato por medo dos judeus, para não serem expulsos da sinagoga (Jo 12.42).

É na angústia que se conhece o verdadeiro amigo (Pv 17.17).


Amigos no Antigo Testamento

Muito cedo, ao chegar à terra de Canaã, Abraão já havia se tornado um dos homens mais influentes entre as tribos cananéias. E tinha grandes amigos na esfera do poder dominante da época (Gn 14.13). Até mesmo entre os reis das cidades que estavam nas campinas de Pentápolis, como Sodoma, Gomorra, Zeboim e Cegol, entre outras, Abraão tinha livre trânsito (Gn 14.17). Tornou-se amigo de Melquisedeque – rei de Salém – que significa rei de paz. Era tão respeitado na terra, que os cananeus o chamava de príncipe de Deus (Gn 23.6).

Mas, o grande amigo de Abraão era o Senhor Deus – Todo Poderoso, e o Senhor conhecia a sinceridade de Abraão (Gn 18.19) a quem o chamava de “meu amigo” (Is 41.8; Tg 2.21-23).

Um dia Deus se encontrou com Abraão como se fosse um homem comum. Abraão o hospedou e lavou os seus pés. Sentaram-se juntos e ele se tornou amigo de Deus (Gn 18.1-13; Is 41.8).

Isaque também tinha amigos (Gn 26.26-30).

Todos quantos se dedicam a observar os ensinos de Cristo, estes, são seus amigos(Jo 15.14,15).


Amigos na Igreja Primitiva

Houve um homem na Igreja Primitiva chamado José. Mas, por causa da sua amabilidade os apóstolos o chamavam de Barnabé – filho da consolação (At 4.36,37). Este homem era amigo. Quem andasse com Barnabé sabia que tinha um amigo, um companheiro.

Barnabé foi uma espécie de mentor de Paulo. Quando Saulo se converteu a Jesus, perdeu os amigos de sua antiga seita – os fariseus. E, os crentes não acreditavam nele. Foi Barnabé, o único homem que teve a coragem de ajudar a Paulo e tirá-lo da sua solidão. Até os apóstolos não acreditavam que Saulo tinha se convertido a Jesus. Foi Barnabé quem estendeu uma mão amiga (At 9.26-29).

Barnabé era tão amigo e tão compreensivo para com as pessoas que quando havia alguma dificuldade ou se precisava de conhecer relatório de uma igreja em determinada região, o homem da confiança dos apóstolos em Jerusalém era Barnabé. Eles sabiam que Barnabé era um amigo.

Sabendo do problema de Antioquia, enviaram para lá a Barnabé. O texto bíblico em Atos 11.23,24 – diz que quando ele chegou na Igreja de Antioquia e viu a obra que o Senhor estava fazendo, se alegrou e exortou a todos os irmãos para que com firmeza de coração permanecessem no Senhor. O versículo 24 diz que era homem de bem e cheio do Espírito Santo e de fé.

Ao ver o desenvolvimento daquela igreja, Barnabé logo entendeu que aquela congregação precisava de um homem como Paulo, foi buscá-lo em Tarso da Silícia e o conduziu para a Igreja de Antioquia para que pudesse cooperar com os irmãos naquela igreja (At 11.25,26). Quando os irmãos da igreja de Antioquia tomaram conhecimento das dificuldades existentes na igreja de Jerusalém, fizeram uma grande coleta e a enviaram aos anciãos em Jerusalém, por mãos de Barnabé e Saulo (At 11.29.30).

Depois vamos encontrar novamente, Barnabé e Saulo retornando de Jerusalém para Antioquia, relatando como foi a acolhida dos irmãos em Jerusalém e trazendo consigo também o seu sobrinho João Marcos para também prepará-lo para a obra (At 12.25).

Depois vamos encontrar o Espírito Santo dizendo: “Apartai-me a Barnabé e a Saulo para a obra a quem tenho chamado” (At 13.2).


Paulo e seus amigos

Em sua vida ministerial Paulo tinha um cuidado especial e fraterno para com aqueles que combatiam com ele no ministério.

Eles não eram muitos, mas eram homens íntegros à toda prova e de sólido caráter cristão. Tinham virtudes e qualificações dignas de serem imitadas.

Epafras, um companheiro de prisão, ele chama servo de Cristo (Cl 4.12).

A Tíquico, convertido ao evangelho pela pregação de Paulo na Ásia ele chama de fiel ministro e conservo no Senhor (Cl 4.7). Tiquico era um obreiro e cooperador (2 Tm 4.12, Tt 3.12).

Onésimo, amado e fiel irmão – o seu próprio nome significa útil. Este se tornou muito útil para Paulo (Cl 4.9; Fl 1.4,5).

Aristarco – companheiro de prisão, Marcos – sobrinho de Barnabé, Jesus – chamado justo, e Lucas – o médico amado, foram amigos e companheiros que assistiram a Paulo, durante sua jornada muito tempo.

Demas – foi companheiro durante algum tempo- Mas, abandonou Paulo na hora que mais precisava, porque amava o presente século (2 Tm 4.10).


Conclusão

O conselho de Salomão é: “Em todo o tempo ama o amigo” (Pv 17.17).

“Melhor é serem dois do que um, porque tem melhor paga do seu trabalho”´, e o cordão de três dobras não se quebra tão depressa” (Ec 4.9-12).

Pr. João Barbosa é missionário da Assembléia de Deus - MIssões em Lisboa, Portugal.