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domingo, 27 de junho de 2010

Lidando Com as Fortalezas


No livro de Daniel, lemos uma passagem concernente à intercessão, que será um tremendo desafio para nossa vida de oração, se entendermos plenamente seu sentido.

“Naqueles dias, eu, Daniel, estive triste por três semanas completas. Manjar desejável não comi, nem carne nem vinho entraram na minha boca, nem me ungi com ungüento, até que se cumpriram as três semanas.”

Esse texto deixa claro que existem diferentes formas de jejum. Jejuar não significa sempre a total abstenção de alimentos. Daniel disse: Manjar desejável não comi.

“E eis que uma mão me tocou e fez que me movesse sobre os meus joelhos e sobre as palmas das minhas mãos. E me disse: Daniel, homem mui desejado, está atento às palavras que te vou dizer e levanta-te sobre os teus pés; porque eis que te sou enviado. E, falando ele comigo esta palavra, eu estava tremendo. Então, me disse: Não temas, Daniel, porque, desde o primeiro dia, em que aplicaste o teu coração a compreender e a humilhar-te perante o teu Deus, são ouvidas as tuas palavras; e eu vim por causa das tuas palavras. Mas o príncipe do reino da Pérsia se pôs defronte de mim vinte e um dias, e eis que Miguel, um dos primeiros príncipes, veio para ajudar-me, e eu fiquei ali com os reis da Pérsia.” Daniel 10:10-13.

Note, em primeiro lugar, que o anjo não foi enviado do céu até que Daniel orasse. Deus mandou a resposta no primeiro dia. Entretanto, ela demorou 21 dias para chegar. Às vezes, quando oramos, a resposta não chega imediatamente. Isso não quer dizer que Deus não ouviu ou que não enviou a resposta. Ele respondeu, mas a resposta não chegou até nós. O versículo 13 explica que o príncipe da Pérsia opôs-se ao anjo.

A Bíblia não se está referindo aqui a um ser humano. Um anjo não é um ser físico; é um ser espiritual. Em outras palavras, havia na terra um reino físico, um príncipe persa por cabeça. Entretanto, bem acima desse lugar, nas regiões celestiais, havia um reino espiritual. Nesse reino, havia um príncipe que realmente governava o reino da Pérsia. Ele não desejava que o anjo chegasse a Daniel com a resposta. A mensagem que o anjo trouxe a respeito de Israel, era que o reino medo-persa seria dissolvido, o Império Grego viria e finalmente surgiria o Império Romano, que governaria Jerusalém.

Quando o príncipe da Pérsia opôs-se ao anjo, Deus enviou outro anjo, e, finalmente, depois de 21 dias, o primeiro chegou a Daniel com a mensagem. Note o que o anjo disse quando apartou-se de Daniel: Eu tornarei a pelejar contra o príncipe dos persas; e, saindo eu, eis que virá o príncipe da Grécia (Daniel 10:20).

O anjo trouxe a resposta. A chave, porém, era o próprio Daniel. A chave não era Deus. A chave não era o anjo. A chave não era o rei da Pérsia. A figura principal de toda a situação era Daniel. Foi ele o homem que fez as coisas acontecerem por meio da oração perseverante.

A Bíblia diz que não temos que lutar contra carne e sangue. Mesmo assim, ainda temos de lutar. Fico surpreso com os cristãos que dizem: “Por que isso aconteceu comigo?” Algumas pessoas agem como se fossem as únicas com as quais certas coisas acontecem. O diabo, porém, jogará todas as pedras que puder no caminho dos cristãos. Em vez de gastar seu tempo tentando descobrir por que algo aconteceu com você, levante-se, encare o inimigo e diga: “Eu creio em Deus e creio que as coisas vão acontecer exatamente como a Palavra disse que aconteceria. Você não vai me dominar!”

Ore e verá as coisas acontecerem!

Extraído e adaptado do Livro: O Cristão Que Intercede

Autor: Kenneth E. Hagin

Para Meditar: "Eu amo aos que me amam, e os que diligentemente me buscam me acharão." Proverbios 8:17.

quinta-feira, 10 de junho de 2010

"A semente é a palavra de Deus"


Amultidão curiosa que tinha ouvido a parábola do semeador não a entendeu. Mas, então, o que esperávamos? Nem os discípulos do Senhor entenderam. "Então, lhes perguntou: Não entendeis esta parábola e como compreendereis todas as parábolas?" (Marcos 4:13).

Jesus parece ter começado com a história do semeador porque ela abordava um conceito tão fundamental do reino do céu que a incapacidade de entendê-la prediria incapacidade de entender qualquer uma. A salvação dos discípulos era que, ainda que verdadeiramente não percebessem seu ponto, eles queriam saber, e ficaram para perguntar mais sobre o que ele queria dizer e para ouvir a paciente explanação de Jesus.

A parábola do semeador contém três elementos: o semeador, a semente, e os solos. O semeador e a semente são constantes. O semeador é habilidoso e espalha a semente por igual. A semente é, indiscutivelmente, boa. Mas o trabalho hábil do semeador e a capacidade de germinação da semente dependem para seu sucesso da natureza do solo, e aqui é focalizada a parábola.

Quem é o semeador? Jesus não diz. Na parábola do trigo e do joio, Jesus diz que o semeador da boa semente é o "Filho do Homem" (Mateus 13:37), mas a preocupação naquela parábola são as origens contrastantes dos dois tipos de sementes. Aqui a identidade do semeador não é tão crítica. Quem quer que ele possa representar é essencialmente uma função do propósito da parábola. Se o seu intento foi ilustrar a resposta variável dos ouvintes à pregação pessoal de Jesus e forçá-los a um exame sério de si mesmos, então muito certamente o Senhor é o semeador. A aplicação, por Jesus, das palavras de Isaías a sua audiência, "Porque o coração deste povo está endurecido, de mau grado ouviram com os ouvidos, e fecharam os olhos" (Mateus 13:14-15) parece sugerir essa interpretação.

Mas se, por outro lado, o propósito desta parábola foi também fortalecer os corações incertos de seus discípulos, esperando, como estavam, o reino para levar cada alma diante dele, então certamente eles e aqueles que semeariam o mundo com o evangelho depois deles teriam que ser parte deste complexo plantador.

O significado da semente é claramente demarcado para nós. "Este é o sentido da parábola: A semente é a palavra de Deus" (Lucas 8:11). Ainda que não seja a mensagem primária desta parábola, o fato que a palavra de Deus é o poder que constrói o reino de Deus precisa de ênfase.

Não há nenhuma mágica aqui, nenhuma energia esotérica mistificadora. Até as palavras dos homens têm poder. Elas comunicam sentimentos e idéias, criam culturas inteiras, levam homens à paz ou à guerra, mudam o curso da história, produzem grande mal ou grande bem. Por que nos surpreenderíamos, então, que a palavra de Deus tenha poder inimaginável?

Os mundos foram criados e são mantidos pela palavra de Deus (Hebreus 11:3; 1:3), e o sopro divino que está em suas palavras (Salmo 33:6) é o sopro que nos deu a vida (Gênesis 2:7). A palavra do Todo Poderoso responde aos nossos espíritos como a luz responde aos nossos olhos. Sua poderosa verdade viva penetra em nossos corações e põe a nu nossos mais íntimos pensamentos (Hebreus 4:12). É a palavra do evangelho que nos salva (Romanos 1:18; 1 Coríntios 1:21), e a "palavra da sua graça" que nos edifica e garante nossa herança entre o povo de Deus (Atos 20:23).

Esta parábola está nos dizendo, em linguagem simples, que a própria palavra de Deus é a semente germinante da vida (Filipenses 2:16), e não a palavra mais algumas misteriosas obras do Espírito Santo. É por esta própria palavra viva, que transmite energia, que o Espírito Santo não somente nos leva ao renascimento espiritual (Efésios 1:13; 1 Pedro 1:23-25), mas nos transforma na imagem do Filho de Deus. E tudo isto é possível porque em suas palavras Deus nos abriu seu coração e derramou as profundezas de sua verdade e graça (1 Coríntios 2:10-13). No evangelho, ele nos fez olhar na face de nosso crucificado Salvador (2 Coríntios 3:18). E isso tem poder!

É, portanto, sacrilégio homens e mulheres falarem do evangelho como "mera palavra" e rirem da idéia que o evangelho por si só é capaz de produzir uma nova e inconquistável vida espiritual. Não é prudente falar tão levianamente de palavras que saem da boca de Deus ou insultar o céu tentando fortificar esta palavra "inadequada" com nossas vãs filosofias (Colossenses 2:8-10; Provérbios 30:5-6). Até Satanás sabe onde está o poder. "A que caiu à beira do caminho são os que a ouviram; vem, a seguir, o diabo e arrebata-lhes do coração a palavra, para não suceder que, crendo sejam salvos" (Lucas 8:12).

Mas não faz Deus mais do que apenas falar conosco? Sim, ele está certamente ativo em responder nossas orações (1 João 5:14:15), e providencialmente nos guiando através das provações e tribulações que limpam, fortalecem e purificam nossa fé (Romanos 8:28). Mas, em fim, é sua palavra que tem poder, e é para sua palavra que todo seu providente trabalho precisa nos trazer, em obediência compreensiva. É através dessa palavra que chegamos a conhecer Deus e seu Filho. E essa é vida eterna (João 17:3). A semente do reino é a palavra de Deus.

-por Paul Earnhart

sexta-feira, 4 de junho de 2010

Deus é fiel.



A Palavra de Deus diz que “Deus é Espírito, e importa que os que o adoram, o adorem em espírito e em verdade” (João 4. 24).

No referido texto, entendo com toda a convicção, que a expressão “e em verdade” corresponde a dizer “e com fidelidade”.

Assim, pelo menos para mim, o texto diz: “Deus é Espírito, e importa que os que o adoram, o adorem em espírito e com fidelidade”.

Diz, também, a Palavra de Deus: “Sé fiel até à morte, e dar-te-ei a coroa da vida” (Apocalipse 2.10 b).

Não quer este texto dizer que devemos ser fiéis, apenas, até o momento de nossa morte, isto é, durante toda a vida, embora devamos.

O que quer dizer o texto é que devemos ser fiéis a ponto de darmos as nossas vidas, ou seja, renunciar a tudo, e até à vida, se necessário, com o intuito de sermos fiéis a Deus, e tão somente a Ele, isto em termos espirituais.

Pois, em termos humanos, devemos ser fiéis, também, a todos: nosso cônjuge, nossos familiares, nossos amigos, etc.

Há um outro texto na Bíblia que acho importantíssimo, o qual diz: “Nisto conhecemos o amor, em que Cristo deu a sua vida por nós, e devemos dar a nossa vida pelos irmãos” (I João 3. 16).

Este versículo vem coroar o meu entendimento de que devemos dar a nossa vida pelo nosso próximo, e muito mais por Deus, em uma fidelidade integral.

É, em síntese, o ser fiel até à morte.

Um versículo que me acompanha, desde a adolescência, diz o seguinte:

“Entrega o teu caminho ao Senhor, confia nele, e Ele tudo fará” (Salmo 37. 5).

Não fica aqui, neste texto, qualquer dúvida quanto a entregar tudo, inclusive a vida, se necessário for, confiar em Deus acima de tudo, e Ele manterá, como não conseguimos muitas vezes manter, a sua fidelidade, ou seja, “Ele tudo fará”.

SÊ FIEL não é uma expressão banal, não é sequer uma expressão mística.

SÊ FIEL, também, não é uma expressão de marketing, bem como não é uma “bandeira”, um “slogan”.

SÊ FIEL é um imperativo de Jesus para os seus seguidores.

Quem segue a Jesus tem que ser fiel aos seus ensinamentos, isso caso aspire à salvação, eis que Ele se tornou Salvador dos que o obedecem. (Hebreus 5. 9 b).

Ser fiel é, portanto, segui-lo, obedecê-lo em quaisquer situações, ambientes, momentos, sejam felizes ou não.

Ser fiel não é falar o “evangeliquês”, uma a duas horas por semana na igreja, não é ter cara de santo, de puro apenas diante dos irmãos na fé.

Ser fiel é um procedimento, um procedimento constante, ininterrupto.

Ser fiel é um princípio de vida, uma atitude imutável, embora haja situações que “sugiram” a infidelidade, a mudança de cara, a colocação de máscara.

O verdadeiro cristão não usa máscara, não muda de cara; é fiel porque Deus é Fiel, e requer de nós fidelidade.

“Assim, pois, importa que os homens nos considerem como ministros de Cristo e despenseiros dos mistérios de Deus. Ora, além disso, o que se requer dos despenseiros é que cada um deles seja encontrado fiel” (I Coríntios 4. 1-2).

Explicada está a motivação dessa página na Internet.

Quero ser fiel a Deus, e cumprir aquilo para o qual fui chamado, proclamar a minha fé, propagar a sua Palavra.

Este texto, até aqui, foi originalmente escrito, em Janeiro de 2004, para o “site” SÊ FIEL, que estava em formação.

Optei, no ano passado, por não viabilizar o “site”.

Agora, necessário se faz atualizar estas palavras iniciais com mais algumas considerações.

O “blog” “SÊ FIEL”, como seria o “site”, é um ministério que abracei, em obediência às últimas palavras de Jesus, antes de sua ascensão, as quais nos exortam a “ensinar” (Mateus 28. 19), “pregar” (Marcos 16. 15), e “testemunhar” (Atos 1.8).

Ensinar, pregar e testemunhar a Palavra de Deus “a tempo e fora de tempo” (*), quer seja oportuno, quer não seja”(**) (II Timóteo 4. 2) é a missão a que me proponho.

Para que o mundo saiba, proclamarei sempre, como sempre fiz, que Deus é Fiel, e quer que sejamos encontrados fiéis.

Este é um “blog” da Mídia Cristã Evangélica, que tem como finalidade evangelizar os não cristãos [e edificar a Igreja], sem cor denominacional.

Mas a fidelidade de Deus para com Israel será, também, um dos temas, face ao cumprimento passado, presente e futuro de profecias bíbicas a respeito desse povo.

Vou falar, testemunhar a respeito de Jesus, a respeito da Palavra de Deus, a Bíblia Sagrada.

Não vou discutir religiões: Cristianismo, Judaísmo, Animismo, Budismo, Confucionismo, Hinduísmo, Islamismo, Jainismo, Sikhísmo, Taoísmo, Xintoísmo, Zoroastrismo, etc.

Quando, acima, me referi a religiões, não citei catolicismo, protestantismo histórico, pentecostalismo, neo-pentecostalismo, pois não são religiões, são ramos, segmentos, denominações de uma mesma religião, a Cristã.

Religiões que não a Cristã, quando mencionadas, em alguma matéria, o serão pela sua presença em fatos/notícias que envolvam os cristãos, o cristianismo, a Bíblia.

O “plano de fundo” do “Blog”, como não podia deixar de ser, apresenta como fundo musical um tradicional hino evangélico:
“Tu és Fiel, Senhor”. (Letra de Thomas O. Chrisholm e música de William M. Runyan - em 1923)

Deixamos de apresentar este fundo musical, tendo em vista que, em 13.07.2009, entramos numa fase mais avançada exibindo vídeos, e a manutenção do hino prejudica ouvir os vídeos.

A Internet, tão explorada em termos de banalidades, futilidades, piadinhas, pornografia e obscenidades, que em nada contribuem para a edificação de vidas, precisa ser melhor e mais utilizada para a divulgação da Palavra de Deus.

E tudo deve ser feito como nos ensina o Apóstolo Paulo:

“Portanto, quer comais, quer bebais, ou façais outra cousa qualquer, fazei tudo para a glória de Deus” (I Coríntios 10. 31).

Não há, eu sempre disse, “coincidências” para Deus, e alguns que estão lendo este texto são antigas testemunhas dessa minha opinião.

Deus fala, Deus opera, Deus atua, Deus age no momento certo.

Foi assim, novamente nesta data, em que estou atualizando este texto, para a página inicial deste “Blog”, que uma das minhas leituras devocionais diárias, no devocionário Refeições diárias com os profetas menores, de autoria do Rev. Elben M. Lenz César, Editora Ultimato, veio ao encontro do que eu escrevi acima, motivo pelo qual transcrevo-a abaixo:

“De pai para filho

´Contem aos seus filhos o que aconteceu, e eles aos seus netos´ (Joel 1. 3)

Há uma história para contar. A história de Deus. A história da santidade de Deus. A história da severidade de Deus. A história da misericórdia de Deus. A história do mover de Deus.

A história do homem pecador, do homem perdoado, do homem que volta ao pecado, do homem que torna a ser perdoado.

Essa história não pode ficar parada, guardada, arquivada, mofada.

Tem de sair dos arquivos e das estantes: “Contem aos seus filhos o que aconteceu, e eles aos seus netos, e os seus netos, à geração seguinte”.

O verbo contar aqui tem a mesma conotação e importância do verbo “pregar” usado por Jesus na grande Comissão:

“Vão pelo mundo todo e preguem o evangelho a todas as
pessoas” (Marcos 16. 15).

Não foi à toa que o Senhor segredou a Paulo certa noite em Corinto: “Não tenha medo, continue falando e não fique calado” (Atos 18.9).

A história contada de geração em geração é tão importante que Jesus declarou: “Se eles se calarem, as pedras clamarão”
(Lucas 19. 40)”.


Postado por: Edmar Torres Alves