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segunda-feira, 17 de maio de 2010

A Vida e a Missão de Jesus


(que a Paz esteja sobre ele)


Jesus (que a Paz esteja sobre ele); nasceu em cerca dos anos 7-5 a.C., em um lar modesto na Palestina. Muito pouco se sabe dos primeiros anos de sua vida. Tudo o que podemos dizer recorrendo às palavras de Lucas, é que ele:

"Cresceu em sabedoria e em estatura, e na graça de Deus e no respeito dos homens."

Quando estava entre os trinta e três e trinta e cinco anos de idade, surgiu na Palestina um profeta pregando "o batismo do arrependimento para a remissão do pecado". O nome desse Profeta era João o Batista (que a Paz esteja sobre ele), e Jesus (que a Paz esteja sobre ele), foi a ele e foi batizado por ele. Foi nesse momento que veio a revelação de que ele havia sido escolhido por Deus como o Messias dos judeus para reavivar a verdadeira religião e completar a longa linha dos profetas israelitas.

A religião de Deus não era desconhecida aos filhos de Israel, mas ao tempo em que Jesus iniciou sua missão, o espírito da verdadeira religião havia sido sufocado pelo mundanismo dos saduceus e o formalismo e legalismo inócuo dos fariseus. Eles declararam, usando as palavras do Talmud que: "Aquele que pouco estima lavar as mãos perecerá da terra". E Jesus (que a Paz esteja sobre ele), os reprovou dizendo:

"Vós esmerais em rejeitar os mandamentos de Deus, para poderdes manter as vossas próprias tradições."

Eles tinham regulamentos absurdos sobre o Sabbath. Por exemplo: um homem podia percorrer dois mil cúbitos no Sabbath, mas não mais que isso, o vinagre, se engolido, poderia ser usado para aliviar a irritação da garganta, mas não podia ser gargarejado. No caso da morte ameaçar alguém, podia-se chamar um médico, mas já não se podia tratar no Sabbath de uma fratura.

Jesus (que a Paz esteja sobre ele), pôs de lado impacientemente tais regulamentos artificiais e pormenorizados. Disse- lhes que o Sabbath era (um dia de descanso) para o homem e não o homem é que era para o Sabbath, e os admoestou.

"Desditosos sois, escribas e fariseus, hipócritas; pois vos preocupais com minúcias sobre a hortelã e o anis e o cuminho, mas vos omitis sobre assuntos de maior peso como a lei, o juízo, a misericórdia e a fé ... Guias cegos que sois, pois esforçais em evitar um mosquito, porém engolem um camelo."

A essência da religião dele era o amor a Deus e amor ao semelhante, que ele procurou instalar nos corações do seu povo por meio dos seus inspirados sermões e belas parábolas.

Os saduceus e fariseus, ao invés de reconhecê-lo como o Messias sobre cuja vinda os profetas israelitas anteriores haviam anunciado boas novas, tornaram-se seus inimigos mortais e pressionaram o Procurador Romano a condena-lo à crucificação.

Este homem, que foi tratado como um malfeitor comum por seu povo cego, foi um dos personagens mais inspirados da história. Ele levou uma vida pura, nobre e devota. Ele demonstrou uma rara combinação de brandura e de coragem para cumprir a Vontade de Deus, e em lidar com os seus desencaminhados compatriotas.

Ele era a bondade, o desprendimento e a humildade personificadas; servindo aos seus amigos e orando pelos seus inimigos. Ele praticou muitas maravilhas, mas jamais se jactou delas, atribuindo-as sempre ao "dedo de Deus" e até admitindo que outros eram capazes de fazer o mesmo. Sua compaixão para com os pecadores e com os que sofriam era realmente admirável.

O crime dos judeus contra Jesus (que a Paz esteja sobre ele), privou-os das graças e benesses de Deus. Jesus (que a Paz esteja sobre ele), disse-lhes que depois dele não apareceria nenhum outro profeta entre eles e que a Reino de Deus lhes seria tirado e dado a uma nação mais digna dele.

Anunciou também que a pedra que os construtores haviam rejeitado, ela mesma havia sido escolhida por Deus para tornar-se à pedra fundamental. Querendo com isso dizer que os filhos de Ismael (que a Paz esteja sobre ele), aos quais os filhos de Israel haviam rejeitado e despojado, haviam sido Escolhidos por Deus para a sua maior graça, o Profeta Universal apareceria entre os Ismaelitas, e Jesus (que a Paz esteja sobre ele), profetizou a vinda dele em termos bastante resolutos:

"Ainda tenho muitas coisas para vos dizer, mas não podeis atualmente capazes de suportá-las. No entanto, quando esse chegar, o espírito da verdade, ele vos guiará a toda a verdade." (João 16: 12-13)

''Todavia digo-vos a verdade, que vos convém que eu vá; porque, se eu não for, o Consolador não virá a vós;... E, quando ele vier, convencerá o mundo do pecado, e da justiça e do juízo.'' (João 16:7 e 8)

''E eu rogarei ao Pai, e Ele vos dará outro Consolador, para que fique convosco para sempre. O Espírito da verdade....'' (João 14:16 e 17)

''Tenho-vos dito isto, estando convosco. Mas aquele Consolador, o Espírito Santo, que o Pai enviará..., esse vos ensinará todas as coisas, e vos fará lembrar de tudo quanto vos tenho dito.'' (João 14:25 e 26)

Em um Evangelho não canônico, o de São Barnabé, Jesus (que a Paz esteja sobre ele), menciona o espírito da verdade ou o Consolador, o Profeta que viria depois dele para ensinar ao mundo ‘’toda a verdade’’, que assim transcrevemos:

Então disse o sacerdote:’’ Como se chamará o Consolador, e que sinais revelarão a vinda dele?’’ Jesus respondeu: ‘’O nome do Consolador é Admirável, pois Deus leu-lhe um nome quando criou a sua alma, e a colocou em Esplendor Celeste. Deus disse: Espere Muhammad, por ti Eu criarei o paraíso, o mundo e um grande número de criaturas, e tudo dar-te-ei de presente, de maneira a que todo aquele que te abençoar será abençoado, e aquele que te amaldiçoar será amaldiçoado. Quando Eu te enviar ao mundo, Eu te enviarei como Meu Mensageiro da salvação, e tuas palavras serão verdadeiras, e mesmo depois que os céus e a terra tenham passado, a tua fé jamais passará. Muhammad é o nome abençoado dele.’’ E a multidão levantou a voz em coro clamando: ‘’Ó Deus, envia-nos Teu Mensageiro. Ó Muhammad, venha depressa para a salvação do mundo.’’ (9)

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